Estudos revelaram que homens com AAG (alopecia androgenética) tinham concentrações elevadas de Malassezia no folículo piloso.

Um artigo intitulado “Investigação sobre microecologia de fungos na raiz capilar em pacientes com alopecia androgenética, publicado em 2019, na revista Mycopathology, que traz que fungos e bactérias poderiam fazer parte desta inflamação.
Os autores conduziram uma pesquisa prática que avaliou a microbiota de pacientes com alopecia androgenética (AAG). Os resultados mostraram que 60% dos voluntários apresentavam concentrações elevadas de Malassezia nos folículos pilosos.
Esses fungos, assim como as bactérias da família Cutibacterium, são microrganismos abundantes no couro cabeludo e produzem enzimas irritativas na superfície da pele, podendo desencadear processos inflamatórios.
É importante destacar que a inflamação agrava os quadros de queda capilar. Por isso, profissionais que atuam com saúde capilar, como tricologistas, devem incorporar em seus protocolos terapias anti-inflamatórias associadas a ativos e tecnologias com ação antisséptica. Essas abordagens ajudam a reequilibrar a disbiose cutânea, reduzindo a proliferação de fungos e bactérias, bem como a liberação de enzimas irritativas no couro cabeludo e folículo piloso, evitando uma provável queda capilar.
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